Alabama Basketball Domina Texas Tech: Programas Masculino e Feminino do Crimson Tide Miram Campanhas Profundas no March Madness
Se você tem acompanhado o March Madness deste ano, sabe que o estado do Alabama é atualmente uma potência no basquete universitário. Mas vamos ser sinceros – quando falamos de basquete do Alabama agora, estamos falando de um programa que não está apenas vencendo; está atropelando todos que aparecem pela frente. A prova mais recente veio ontem à noite em um confronto da segunda rodada que já estava definido antes mesmo do segundo tempo esquentar.
O basquete masculino do Alabama Crimson Tide simplesmente destruiu o Texas Tech, saindo com uma vitória por 90 a 65 que pareceu ainda mais desequilibrada do que o placar indica. Latrell Wrightsell foi o grande nome, marcando 24 pontos e parecendo jogar em outro nível. Mas não foi só um cara embalado. Foi uma verdadeira aula de basquete. O Tide acertou tudo o que jogou, sufocou na defesa e fez um ótimo time dos Red Raiders parecer que estava correndo em areia movediça. Pelo quarto ano consecutivo, Nate Oats tem seu time indo para o Sweet 16. No cenário implacável do atletismo universitário moderno, esse nível de consistência é coisa de dinastia.
O que mais me chamou a atenção, assistindo a tudo isso da beira da quadra, foi a disciplina. Brian Cain, o treinador de performance mental que está integrado a este grupo, claramente deixou sua marca em todo o elenco. Você não faz uma campanha dessas – 90 a 65 em um jogo de torneio – sem ter a cabeça no lugar. Não houve pânico quando o Texas Tech tentou uma pressão no início. O Tide simplesmente respondeu, aumentou a vantagem e depois foi para cima. É uma mentalidade fria, mas é assim que se vence campeonatos.
Não é Só um Programa
Claro, as manchetes são dominadas pelo time masculino agora, e com razão. Mas se você é fã de basquete nesta região, sabe que a história não termina com a chave masculina. O programa de basquete feminino do Alabama Crimson Tide também está fazendo barulho. Enquanto os homens garantiram sua vaga para o próximo fim de semana, a equipe feminina também vislumbra uma campanha profunda. É um momento raro em que ambos os programas estão funcionando em sintonia, gerando uma empolgação entre os torcedores que eu não sentia há anos.
E não podemos ignorar as faculdades menores que estão brigando de igual para igual. O programa de basquete masculino do North Alabama Lions tem chamado a atenção durante toda a temporada. Embora não tenham chegado ao grande torneio desta vez, a trajetória do programa é ascendente. Eles estão construindo algo em Florence e, se você é fã de basquete do Alabama no sentido mais amplo – ou seja, ama o esporte neste estado –, está de olho nos Lions. O nível de competitividade geral está elevando o patamar para todos.
O que Torna Esta Campanha Diferente?
Se você tem acompanhado a jornada do basquete masculino do Alabama Crimson Tide nos últimos anos, sabe que isso parece diferente. Em anos anteriores, havia sempre uma interrogação: eles aguentariam a parte física? O aproveitamento nas bolas de três cairia? Este time parece imune a esses medos. Eles estão com uma média impressionante de pontos por jogo no torneio até agora, e fazem isso com uma confiança de quem sabe que é o time mais talentoso em quadra.
O que mais me impressionou neste time enquanto eles se preparam para o Sweet 16:
- O banco é uma arma: Nate Oats colocou 10 jogadores na partida contra o Texas Tech sem qualquer perda de intensidade. Ter pernas frescas em março é um trunfo e tanto.
- Versatilidade defensiva: Eles conseguem trocar todas as marcações. Os grandalhões podem defender no perímetro, e os armadores pegam rebotes como alas.
- Artilharia coletiva: Wrightsell fez seus 24 pontos, mas outros quatro jogadores também tiveram dígitos duplos. Não há individualismo; é sempre o melhor arremesso disponível.
Olhando para o futuro, o Sweet 16 é onde as lendas são forjadas. Já vimos times talentosos do Alabama chegarem até aqui antes, mas este grupo tem a cara de quem não está satisfeito apenas em chegar. Eles querem o título. A comissão técnica, a preparação mental com caras como Brian Cain e o puro atletismo em exibição transformaram este programa em uma marca nacional. Quando você os vê jogar, não é apenas sobre vencer; é sobre enviar uma mensagem. E agora, essa mensagem é clara e forte: o caminho para o Final Four passa por Tuscaloosa.
Então, para todos no Canadá que estão ligados, fiquem de olho nessa chave. Seja o time masculino atropelando rumo a Phoenix ou o time feminino dominando seu lado da chave, o basquete do Alabama é programa obrigatório. E se você é fã de basquete universitário puro e de altíssimo nível jogado da melhor forma, vai querer ver cada segundo desse jogo do Sweet 16. Confie em mim, esse não é um time para você piscar.