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"A Noiva! chegou: Por que todo mundo está comentando sobre a reinvenção ousada de Frankenstein por Maggie Gyllenhaal"

Entretenimento ✍️ Sarah McMullan 🕒 2026-03-05 22:30 🔥 Visualizações: 2

Pois é, finalmente chegou. Depois de meses de especulação, uma estreia glamourosa em Londres e burburinho online de fazer sua cabeça girar, A Noiva! de Maggie Gyllenhaal desembarca hoje nos cinemas de todo o Brasil. E sabe de uma coisa? Você não vai acreditar no que os críticos estão falando. É raro ver um filme ser chamado ao mesmo tempo de "fracasso catastrófico" e "empolgante", mas aqui estamos nós.

Cena do filme A Noiva!

Um Monstro de Outra Estirpe

Esqueça tudo o que você acha que sabe sobre Frankenstein. Gyllenhaal pegou o clássico e jogou no liquidificador com a estética dos gângsteres de Chicago dos anos 1930, uma pitada de fúria feminista e—segura essa—números musicais de verdade. Temos Jessie Buckley em dose dupla, interpretando tanto a autora Mary Shelley quanto uma amante assassinada chamada Ida que é ressuscitada para ser companheira de Frank, vivido por um Christian Bale cheio de alma. Adicione Annette Bening como uma cientista louca, Penélope Cruz como detetive e Jake Gyllenhaal como um artista de canto e dança, e você tem a receita para um gênio ou um desastre glorioso.

A Crítica Está em Guerra

Se você pretende ir ao cinema neste fim de semana, é melhor se preparar. Esse não é um daqueles lançamentos comportados e medianos. O embargo caiu, e as opiniões estão pegando fogo e são extremamente divididas. Dá uma olhada no campo de batalha:

  • Os elogios: Alguns críticos se deixaram levar completamente, dando notas máximas e elogiando sua "loucura ultrajante" e "espetáculo bizarro e divertido". Eles veem uma obra-prima feminista punk rock que ousa ir pra cima e acerta em cheio.
  • As críticas negativas: Do outro lado, um grupo barulhento detonou o filme, com um crítico famoso chamando-o de "fracasso retumbante". Outros descrevem a atuação de Buckley como "astonitoriamente ruim" e todo o projeto como uma "decepção colossal" coberta de "incompetência". Uau.
  • O meio-termo: Alguns são mais ponderados, reconhecendo o imenso talento em cena, mas lamentando que tudo se resuma a uma bagunça pretensiosa que nem mesmo o brilho combinado de Bale e Buckley consegue salvar.

É como se os críticos tivessem assistido a filmes completamente diferentes. Uns veem uma obra-prima feminista; outros, um desastre de duas horas. Uma coisa que todos concordam? Jessie Buckley entrega tudo de si, mesmo que o resultado final seja polêmico.

Afinal, Vale a Pena Ver?

Olha, se você gosta de um cinema previsível e sem riscos, talvez seja melhor pular este e continuar reassistindo O Pai da Noiva pela centésima vez—ou, se quiser um casamento caótico sem o risco cinematográfico, procure um reality show como Não Conte para a Noiva. Mas se você é do tipo que adora ver um cineasta dar um tiro de meta arriscado—mesmo correndo o risco de errar o alvo—então A Noiva! é imperdível. É um assunto quente, o tipo de filme que você vai discutir com os amigos no bar. É uma fábula feminista genial e distorcida ou um desastre monstruoso? Sinceramente, pode ser os dois.

E num toque de curiosidade local, enquanto você reflete sobre isso, dê uma pensada na nossa fauna. Na mesma época em que essa Noiva caótica chega às telas, você pode encontrar seu xará nos banhados. O pato-australiano, ou ganso-de-crina como também é conhecido, tem se estabelecido por aqui como um raro residente reprodutor, especialmente na região da Baía de Guanabara desde 2015. Longe do caos gótico de Chicago nos anos 1930, mas prova que personagens únicos—sejam alados ou cinematográficos—sempre dão um jeito de marcar presença. Para quem prefere um entretenimento menos vanguardista, talvez A Mãe da Noiva seja mais a sua praia—embora você não encontre amantes ressuscitadas por lá.

Quanto ao filme em si? É o equivalente cinematográfico do pato-australiano: ligeiramente fora do lugar, completamente distinto e impossível de ignorar. Quer você acabe amando ou odiando, A Noiva! é um ótimo começo de conversa. E num mundo cheio de sequências padronizadas, às vezes é exatamente disso que precisamos.