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Samsung Galaxy S26 Ultra: tela com privacidade é genial, mas tem um preço; veja o que muda

Tecnologia ✍️ Luca Conti 🕒 2026-03-30 10:57 🔥 Visualizações: 1

Ok, vamos ser sinceros: quando ouço falar de novos lançamentos da Samsung, geralmente nem ligo. Mas o que está surgindo sobre o Galaxy S26 Ultra nas últimas semanas é coisa de fazer até eu, que já estou acostumado com o iPhone, ficar de olho. Os vazamentos do S26 Ultra estão cada vez mais frequentes, e tem um detalhe em particular que está deixando os fóruns malucos (e cheios de discussão): a nova tela com modo de privacidade integrado.

Tela de privacidade do Galaxy S26 Ultra

Lembro até hoje quando, anos atrás, estava no metrô em Milão tentando ler um documento importante enquanto o cara do meu lado não perdia a chance de dar uma espiada. Desde então, sempre achei um absurdo ter que usar películas antiespiã que acabam com o brilho da tela. A Samsung parece ter resolvido o problema do seu jeito, mas com uma concessão que nem todo mundo está disposto a aceitar. Eles chamam de “Privacy Display”, e basicamente é sensacional: com um toque, a tela reduz seletivamente o ângulo de visão, fazendo com que quem olhe de lado veja apenas uma tela preta ou borrada. Alguns nos fóruns especializados estão reclamando do brilho, mas a verdade é que quem colocou as mãos em um protótipo diz que quase não percebe a diferença.

O paradoxo da tela: genial, mas cara

Pelo que ouvi de algumas fontes próximas à linha de montagem, a tecnologia é impressionante. Não se trata mais de um filtro físico externo, mas de uma camada integrada diretamente ao painel. O problema? O preço a se pagar por essa privacidade embutida é uma leve redução no brilho máximo no modo padrão e um consumo de bateria um pouco maior quando a função está ativa. Para um top de linha que precisa entregar o melhor o dia todo, é um detalhe que pesa. Mas eu pergunto: quem compra um Samsung Galaxy S26 Ultra 5G por quase dois mil euros, provavelmente prefere ter esse nível de controle sem ter que colocar uma película meia-boca sobre um vidro Gorilla Glass caríssimo. Faz sentido.

O melhor é que o mercado de acessórios já está a todo vapor

O engraçado é que, enquanto se discute software e tela, os fabricantes de acessórios já estão na linha de frente. Não sei vocês, mas eu sou obcecado por detalhes, e me fez sorrir ver por aí coisas como a Capa em Couro com Carteira Flip Hsmy GKK Frosted para Samsung Galaxy S26 Ultra 5G. Coisa de avô? Talvez, mas pra quem viaja muito e quer unir cartões e celular sem bagunça, é a solução perfeita.

Depois tem o outro lado da moeda, que agrada aos puristas. A capa MagSafe speck Presidio2 Grip Magnet para Samsung Galaxy S26 Ultra. Finalmente a Samsung se alinha ao mundo MagSafe sem precisar usar aqueles anéis adesivos que descolam depois de três semanas. Essa capa com o ímã integrado é uma das coisas mais inteligentes que você pode comprar, especialmente se quiser usar uma carteira magnética ou um power bank sem fios.

  • Privacidade integrada ao painel: Adeus às películas antiespiã, ativa-se com um toque. O ângulo de visão é reduzido instantaneamente.
  • Compatibilidade nativa com MagSafe: Finalmente capas oficiais e de terceiros que usam o ímã sem ocupar espaço.
  • Redução no brilho: A concessão para ter o filtro é um pequeno sacrifício em termos de nits, mas só se você olhar perfeitamente de frente.
  • Acessórios já prontos: Capas de couro e magnéticas já estão na lista, sinal de que o lançamento está mais perto do que se imagina.

Não é só um celular: o lifestyle em torno da marca

E aqui vem a parte que me deixa maluco. Normalmente, quando lançam um celular, é só o celular. Fim. Mas com esse S26 Ultra, me deparei com um nicho que não esperava: o mundo do foil e do wingsurf. Já ouviram falar da Prancha de Foil Wingsurf Naish Hover Carbon Ultra S26? Pois é, existe uma prancha de foil com o nome praticamente igual ao do celular. Não sei se é coincidência ou um posicionamento estratégico, mas a mensagem é clara: este dispositivo não é só pra quem fica no escritório, é pra quem vive velocidade, água e carbono. Tipo: se você tem grana pra fazer foil com a Naish, você tem a grana e o perfil pra ter um celular que não abre mão da sua privacidade enquanto você está no bar estudando os mapas de vento.

Alguns vão torcer o nariz, eu entendo. Ouvi por aí: “Sim, a tela de privacidade é legal, mas então por que não pego um iPhone que já tem o ecossistema pronto?”. A verdade é que a Samsung escolheu um caminho diferente: em vez de te prender em um jardim murado, ela te dá ferramentas ultraespecíficas pra gerenciar sua vida digital de forma quase obsessiva. É um celular pra quem odeia gente olhando pro monitor, pra quem quer andar com um só dispositivo sem abrir mão de carteira e acessórios, e pra quem, depois do expediente, vai dar um role no mar com a prancha de foil e quer um celular à altura do seu dia.

Não sei se vou migrar pro lado negro da força abandonando o iOS, mas vou te dizer uma coisa: depois de anos de lançamentos sem graça, o Galaxy S26 Ultra é o único que realmente me deu vontade de voltar pro Android. E não é pouca coisa.