Nova Zelândia Feminina x África do Sul Feminina: após os T20s, ODI prometem fortes emoções
Que espetáculo, pessoal! Se os três T20s disputados nos últimos dias nos proporcionaram emoções e reviravoltas, então vamos nos preparar para algo épico. As WHITE FERNS de Sophie Devine e as Proteas de Laura Wolvaardt estão escrevendo um capítulo do críquete feminino que dificilmente esqueceremos. E agora que a poeira dos T20s baixou, os olhares já estão voltados para os duelos de 50 overs: estamos falando, claro, da série ODI, com os holofotes nas datas de 1º de abril e 4 de abril de 2026.
Aquele gostinho de quero mais dos T20s
Vamos voltar a fita por um instante. O 2º T20I entre Nova Zelândia Feminina e África do Sul foi um thriller que deixou todo mundo sem fôlego até o último lance. As meninas verde-ouro mostraram sua força, mas as neozelandesas, jogando em casa, não cederam um centímetro sequer. E o que dizer do 3º T20I entre Nova Zelândia Feminina e África do Sul? Uma partida com gostinho de vingança, disputada em um ritmo alucinante, com jogadas antológicas e uma tensão que dava para cortar com uma faca. Nas arquibancadas, dava para sentir o coração batendo forte: isso é o críquete que a gente ama.
O embalo, porém, é uma coisa engraçada. Em certos momentos, parecia que as Proteas levariam a série; em outros, as White Ferns mostraram por que jogar em casa é uma vantagem e tanto. Mas agora, senhoras e senhores, o jogo muda. A partir de agora, é estratégia mais pensada, ritmo mais cadenciado, 50 overs. E aí, pode ter certeza, é que se separam as campeãs das grandes jogadoras.
Um duelo duplo nos ODIs nos espera
O calendário nos presenteia com duas joias: o primeiro ato será WHITE FERNS x África do Sul | ODI 1º ABR 2026. Um compromisso que, por si só, já vale o preço do ingresso (ou da assinatura do streaming). Depois, após um par de dias de trégua e das inevitáveis análises táticas, a réplica acontece em WHITE FERNS x África do Sul | ODI 4 ABR 2026. Dois jogos que podem redesenhar o equilíbrio de forças nesta reta final de temporada.
O que espero? Não vou rodeios: a batalha será decidida principalmente nestes setores:
- O duelo das capitãs: Sophie Devine é uma líder nata, capaz de carregar o time com seu exemplo. Do outro lado, Laura Wolvaardt é uma das maiores estrelas do críquete mundial, elegante e letal. Quem vencerá a guerra psicológica?
- Os ataques de bowling: As neozelandesas contam com um ataque caseiro que conhece cada irregularidade do pitch. As sul-africanas, por sua vez, trazem frescor atlético e muita vontade de complicar a vida das adversárias. Fiquem de olho nas boleiras que podem mudar o jogo.
- A pressão do momento: Depois dos T20s, ambas as equipes sabem que uma vitória nos ODIs daria um peso enorme para a turnê. Não vai ter moleza, pode acreditar.
Não sei vocês, mas eu já marquei em vermelho no calendário. Essas partidas têm cheiro de lenda. Preparem a pipoca, porque em poucos dias a bola vai rolar de novo. E vai ser ainda mais grandioso.